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Sábado, 23 de Setembro de 2017
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A Estação Palmito, no Jd. Novo Mundo e suas histórias
24/04/2017 09h01 - Atualizado em 03/05/2017 11h03

Em constante crescimento e a região oeste de Goiânia bastante povoada, havia a necessidade de expandir a cidade para outras regiões. Em 1960, era este o cenário de Goiânia, e a partir dali, a região do Jardim Novo Mundo, passava a crescer.

Na década seguinte, muitos lotes estavam disponíveis, e uma infraestrutura precária faziam parte da fotografia do bairro. Em consequência disso, o Jardim Novo Mundo abrigava os mais baratos lotes da cidade. Entre 1980 e 1990, o esteriótipo do bairro foi de setor perigoso e violento. Fama esta carregada por alguns até hoje, mas que já passa a mudar, principalmente após a construção do Terminal Novo Mundo, em 1988, hoje de responsabilidade da Metrobus sob gestão do Redemob Consórcio.

Passados quase 30 anos, a região que se desenvolvia a passos lentos e de modo precário, passa a ter novas estruturas e torna-se um bairro mais urbano. Para se ter uma ideia, o Jardim Novo Mundo é o segundo maior bairro de Goiânia, abrigando mais de 40 mil pessoas, segundo anuário da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (SEPLAM) divulgado em 2012.

Considerando os bairros do entorno, como a Vila Pedroso, Bairro Feliz e o Conjunto Riviera, este número sobe para mais de 172 mil habitantes. O impacto urbano, em consequência da construção do Terminal, foi sentido em todos estes bairros. A Vila Pedroso, também recebe uma nova infraestrutura, abrigando inclusive, uma grande indústria alimentícia.

Moradores da região comentam viver no Jd. Novo Mundo

Próximo aquele cenário, está a Estação Palmito. Um ponto de embarque e desembarque do Eixo Anhanguera, ao lado de uma praça, que antigamente abrigava vários pés de palmito. A professora aposentada Maria das Graças, e moradora da região há 33 anos, conta que passava alguns finais de tarde ali, lendo seus livros e algumas vezes, conversando com amigos. “Era um lugar muito gostoso de estar. Eu não achava tão perigoso, como as pessoas falam que era. Talvez por já ter acostumado com o ambiente e as pessoas.”, lembra-se.

A Estação hoje recebe cerca de 6 mil clientes por dia, e é uma das mais movimentadas de todo o Eixo Anhanguera. A Praça ao lado, continua a existir. Hoje, sem os palmitos. Músico e morador da região desde há muito tempo, Fernandinho do Acordeon, como gosta de ser chamado, nunca viu problemas em morar na região. “Já passei dos 50 anos, cresci aqui e nunca fui assaltado. Sempre que preciso de usar o Eixo Anhanguera não vejo problema algum. Os ônibus passam bem rápido.”, menciona.

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